O software de loja genérico conta latas numa prateleira, e uma lata aguenta. Um balde de túlipas não. Aqui conta-se o que comprou, o que as encomendas gastaram e o que deitou fora — e diz-se-lhe quanto isso custou.
Ligue a contagem para um produto e a encomenda tira-o sozinha da prateleira. Ninguém tem de se lembrar de escrever nada, que é a única maneira de números de stock sobreviverem a um sábado.
Dê uma receita a um produto — doze rosas, três ramos de eucalipto, uma embalagem — e a encomenda tira os componentes da prateleira em vez do ramo. O que lhe custa fazer passa então a ser a soma das suas partes, atualizada à medida que as partes mudam de preço.
O que foi para o lixo entra como quebra, com o que lhe custou. Quase todos os floristas sabem que deitam flores fora e não têm número nenhum para isso. Ao fim de um mês aqui, passa a ter.
A contagem está desligada até a ligar, produto a produto. Comece pela meia dúzia de coisas que compra à caixa e que lhe importam; o resto deixe por contar. Um sistema de stock que só se mantém a meio é pior do que nenhum, por isso este deixa-o manter a parte que conta.
Por aqui não se encomenda ao seu grossista, não há leitura de códigos de barras nem reposição automática. Diz-lhe o que tem e quanto custou; comprar continua a ser um telefonema ou uma manhã cedo no mercado.
Inscreva-se, adicione alguns produtos e passe uma encomenda a sério. Se não lhe poupar tempo, vá-se embora — não há nada a cancelar.
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